ESPREITA-ME A ESFINGE
Abrem-se as portas do invisível,
fugidios momentos vislumbro
em estranha lucidez onírica.
Cenas sucessivas registradas
na Polaroid imaginária...
Da espessa neblina
– a enevoar o passado –
pululam sentidos inusitados.
Lógica materialista de ponta cabeça,
linearidade que se desfaz
cartesianismos em espiral.
Do redemoinho das verdades desfeitas,
jazem os dogmas consagrados!
Correm velozes os pensamentos,
estou eu por todos os lugares
fluida geografia!
Acumulam-se impressões transpassadas
por emoções lancinantes.
Acompanham-me antigos rastros.
E um rosto que não é meu
me encara no espelho.
Quase alcanço o infinito.
Por Klycia Fontenele
✨✨✨✨ Muito bom!
ResponderExcluirExcelente!
ResponderExcluirque lindeza,
ResponderExcluirmi'a princesa,
teu poema!
como brilhas
pelas trilhas
desse tema!
lusco-fusco...
eu me ofusco
nos teus versos!...
e me encanto
neste canto
de universos!
❤️🎵
Você é muito inspirada, demonstrado nesse poema a beleza do seu imaginário.
ResponderExcluirParabéns!...
Klycia, parabéns. Acho que Você encontrou seu "espelho de Narciso". Esse rosto não lhe é familiar💓
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